Farmácia e Bioquímica · Oncologia · Comunicação digital
Apresentação profissional e editorial
Press kit.
Farmacêutica e bioquímica · Assessoria científica independente · Autora de A Observadora
Transformar informação em compreensão — preservando método, contexto, incerteza e a dimensão humana do conhecimento.
São Paulo · Brasil · Agosto de 2026
Leitura rápida
Uma lente entre dados e significado.
Priscila Menegazzo Longo é farmacêutica e bioquímica, especialista em Oncologia, com especialização em Marketing e Mídias Digitais e formação complementar em Gestão da Emoção. Atua na interseção entre assessoria científica, análise crítica da literatura, comunicação em saúde e desenvolvimento editorial.
É criadora de A Observadora, revista ensaística dedicada à condição humana. Seu trabalho aproxima ciência, filosofia e experiência sem confundir clareza com simplificação nem transformar relatos pessoais em prova.
São Paulo, Brasil · Trabalhos presenciais e remotos
Imprensa · Eventos · Projetos editoriais · Assessoria
Priscila Menegazzo Longo
Pacto editorial“O fenômeno será o protagonista. A ciência será o método. A experiência humana, a matéria-prima. A autora, a lente.”

Biografia ampliada
Uma trajetória entre rigor e linguagem.
Graduada em Farmácia/Farmácia-Bioquímica pela Universidade Federal de Santa Catarina, Priscila iniciou sua trajetória na farmacovigilância e consolidou cerca de sete anos de experiência em farmácia oncológica de alta complexidade, nos setores público e privado.
A pós-graduação em Oncologia pelo Einstein aprofundou o trabalho em temas nos quais precisão técnica, comunicação de risco e experiência humana precisam coexistir. A formação em Marketing e Mídias Digitais pela FGV ampliou sua atuação na tradução de temas complexos e na arquitetura de narrativas responsáveis.
Desde 2021, atua em assessoria científica independente, análise crítica da literatura e comunicação baseada em evidências. Em A Matéria Humana, esse percurso assume forma editorial: cada publicação parte de um fenômeno reconhecível, amplia a pergunta e distingue evidência, hipótese, interpretação e reflexão.
Formação e credenciais
- Farmácia/Farmácia-Bioquímica — Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
- Pós-graduação em Oncologia — Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein
- Pós-graduação em Marketing e Mídias Digitais — Fundação Getulio Vargas (FGV)
- Formação complementar em Gestão da Emoção
Atuação profissional
- Assessoria científica independente
- Análise crítica e síntese da literatura
- Comunicação científica e comunicação em saúde
- Produção editorial e revisão técnico-científica
- Estratégia de conteúdo e posicionamento ético em saúde
- Gestão e comunicação no contexto clínico
Trajetória selecionada
- Farmacovigilância na Vigilância Sanitária de Santa Catarina — 2008 a 2010
- Farmácia oncológica de alta complexidade, nos setores público e privado — 2011 a 2018
- Estratégia e comunicação baseada em evidências no contexto da saúde — desde 2018
- Assessoria científica independente — desde 2021
- Autoria e pesquisa independente — desde 2024
A autoridade não depende apenas de credenciais. Depende de mostrar método, fonte, contexto e limite.
Sobre a revista
A Observadora.
Ensaios sobre a condição humana escritos a partir do encontro entre ciência, filosofia e experiência.
A matéria humana entre ciência, filosofia e experiência.
Uma revista de ciência literária e visual cujo primeiro volume, A Matéria Humana, investiga o território entre evidências, filosofia e experiência vivida. Cada publicação começa com um fenômeno reconhecível e distingue com clareza:
Publicações selecionadas
A obra em publicação.
Publicação 0 · Manifesto
A origem da coleção
Apresenta a arquitetura do Volume I — A Matéria Humana e o compromisso de transformar informação em compreensão sem trair a complexidade.
Volume I · Publicação 01
Percepção, contexto e o gesto de olhar outra vez
Investiga o intervalo entre o que acontece e a primeira história que contamos sobre o acontecimento, em peça visual e versão literária expandida.
Volume I · Ato I
A Observadora — Prólogo e Ato I
O ensaio integral aprofunda o gesto inaugural da coleção: permanecer diante da realidade tempo suficiente para que a primeira narrativa possa ser revista.
Volume I · Ato II
A Janela Reaberta
Investiga trauma, antecipação e plasticidade sem confundir possibilidade biológica com liberdade humana.
Ensaio digital · 01/2026
O dia seguinte ao laudo
Uma leitura de cuidado para a mãe que recebe um laudo sobre o filho e precisa separar decisões, direitos e tempos possíveis.
“A realidade sempre foi maior do que a primeira história que contamos sobre ela.”
Formatos de colaboração
Como a autora pode contribuir.
Imprensa e mídia
Entrevistas, comentários especializados, artigos assinados, participação em reportagens e preparação de pautas em ciência e saúde.
Podcasts, rádio e televisão
Conversas de curta ou longa duração, com linguagem, exemplos e limites adequados ao público.
Palestras e eventos
Conferências, painéis, aulas e encontros sobre ciência, comunicação, pensamento crítico e condição humana.
Assessoria científica
Busca e análise de literatura, sínteses críticas, mapas de evidência, revisão de afirmações e apoio à tomada de decisão editorial.
Projetos editoriais
Ensaios, artigos, livros, e-books, guias, dossiês, white papers, roteiros, carrosséis e materiais educacionais.
Estratégia em saúde
Posicionamento ético, arquitetura de conteúdo, treinamento de equipes e comunicação institucional.
Cada colaboração é definida por escopo, público, formato, prazo, necessidade de pesquisa e grau de aprofundamento técnico.
Entrevistas, palestras e podcasts
Conversas possíveis.
As pautas podem ser adaptadas a públicos profissionais, acadêmicos, familiares ou leigos, com diferentes níveis de profundidade e duração.
- 01Da informação à compreensão: por que contexto é tão importante quanto volume de dados.
- 02O cérebro não funciona como uma câmera: percepção, expectativas e construção de sentido.
- 03A experiência pessoal pode iniciar uma pergunta — mas não constitui prova.
- 04Como comunicar incerteza, risco e inovação em saúde sem alarmismo ou promessa excessiva.
- 05Boas perguntas como ferramenta de investigação, educação e tomada de decisão.
- 06Entre bioquímica e condição humana: o que se perde quando as disciplinas deixam de conversar.
- 07Neurodivergência, altas habilidades e o risco de reduzir pessoas ao primeiro nome disponível.
- 08Humor, cognição e evolução: por que uma espécie preservaria a capacidade de rir.
- 09Ciência nas redes sociais: clareza, responsabilidade, autoridade e limites.
- 10Literatura e cultura como pontes — não como substitutas — para compreender ciência e saúde.
Diferenciais e compromissos
Rigor que não afasta o humano.
Integridade científica
- Fontes rastreáveis e linguagem proporcional à evidência.
- Separação entre observação, interpretação e conclusão.
- Reconhecimento de controvérsias, lacunas e limites.
Integridade narrativa
- Linguagem centrada na pessoa e atenção ao contexto.
- Metáforas declaradas como metáforas.
- Clareza sem infantilização; complexidade sem obscuridade.
Contato profissional
Convites, entrevistas e projetos.
Disponível para colaborações que aproximem ciência e sociedade com rigor, clareza e responsabilidade.
Base profissional: São Paulo, Brasil. Atuação presencial e remota, conforme escopo, agenda e necessidade de preparação científica.